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Os diversos modos de amar

Eduardo Yabusaki 07/02/2019 PSICOLOGIA
Os diversos modos de amar
Fonte: imagem Pixabay
"Cada qual sabe amar a seu modo; o modo, pouco importa; o essencial é que saiba amar." Machado de Assis

Por Eduardo Yabusaki

Ao longo de nossas vidas vivemos diferentes formas de amar e vamos apreendendo e aprimorando nossa forma de sentir e manifestar nosso amor. Mais do que como amar, o importante é amar. Afinal, este é o nosso sentimento mais nobre e que nos faz sentirmo-nos preenchidos e em contentamento.

Amor fraternal

O primeiro amor que vivemos é o fraternal. Nele, desenvolvemos o vínculo parental, ou de proximidade, que é experimentado de pais (ou substitutos) para filhos, entre irmãos ou parentes que convivem muito no começo de nossas vidas. É um amor incondicional que se estabelece pela convivência próxima e constante. E que reproduziremos futuramente ao constituir família com os filhos.

Amor amigo

Amor amigo é o que desenvolvemos pelas identificações e proximidade vividas nos relacionamentos de amizade que se estabelecem por escolha e conforto emocional, pelo acolhimento e troca afetiva e de vínculo.

Amor romântico ou apaixonado

Chegamos no amor romântico ou apaixonado que se caracteriza pela intensidade e furor de sentimentos vividos simultaneamente, e que por vezes, nos fazem mais dispersos, alegres e relevantes, nos cegando em relação a características negativas da outra pessoa e que se faz aparentemente não tão relevantes, mas que podem ser de grande importância.

Amor de parceria

No amor de parceria ou de companheirismo é a evolução vivida num relacionamento que se pretende estabelecer de forma duradoura, em que passado a intensidade do apaixonamento, caminha-se para a consolidação em que o desejo de permanecerem juntos faz com que os ajustes da vida a dois sejam observados e estruturados. Nesse processo, outras características como: respeito, compartilhamento, troca e afeto são importantes no crescimento e estabelecimento do vínculo conjugal.

Amor platônico

Existem pessoas que vivem um amor vazio, mais conhecido como amor platônico, em que ela dedica seus sentimentos se entregando integralmente a alguém que não corresponde de forma alguma ou sequer tenha conhecimento desse amor. É um amor patológico, pois não se estabelece um amor vivido por uma só parte, sem que haja correspondência ou reconhecimento.

O amor é a forma mais original de manifestar os nossos sentimentos. Portanto, cabe a cada um de nós buscarmos a melhor forma dessa manifestação; cada um com seu jeito peculiar de se expor.

Amor é instintivo, mas pode ser aprendido e aprimorado. Portanto, sempre é tempo de viver esse sentimento tão abstrato e subjetivo. Afinal, cada um dá o significado conforme ao que vive, sente e pensa. Amemos sempre uns aos outros e, acima de tudo, a si mesmo.

Amar é saudável e vital. Ame e seja feliz!




TAGS :

    amor, psicologia, comportamento

Eduardo Yabusaki

Eduardo Yabusaki - Psicólogo e Sexólogo Especializado em Terapia Comportamental Cognitiva, Terapia de Casal e Terapia Sexual. Coordenador do Curso de Sexologia Clínica ministrado em diferentes cidades há mais de 15 anos. Docente convidado do Curso de Fromação em Sexologia Clínica de BH. Responsável pelo www.vidadecasalbh.com.br



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