Crenças limitantes geram procrastinação

por Roberto Shinyashiki

Você já parou para pensar sobre a diferença entre os atletas de alta performance e os de fim de semana?

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Pois então, o atleta amador às vezes treina muito, mas gasta a maior parte do tempo treinando as coisas que lhe fazem bem.

O atleta de ponta encara aquilo que não é bom como um desafio. Quando ele vence esse desafio, elimina as deficiências e dá um salto qualitativo na carreira. Essa é a diferença crucial entre eles.

O mesmo se dá com as pessoas que deixam de crescer por causa das ilusões fatais que impedem o indivíduo de enxergar seus pontos fracos.

Na maioria das vezes as ilusões fatais se manifestam em crenças limitantes, como: "Daqui a pouco isso se resolve", "Pior do que está não pode ficar" e "Alguém vai resolver para mim".

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As crenças limitantes são o alimento do comodismo, da inércia, da falta de vontade e causas da procrastinação.

Para superar essas ilusões fatais é necessário acreditar na força interior e não ter medo de errar, é ver o erro como uma chance de aprendizado. É preciso não temer desafios, nem dar vazão para a dúvida. Quando as dúvidas se apoderam da mente, logo vem a ansiedade.

Seja como um atleta de ponta: tenha fé em si mesmo e treine no que você não é bom, para se tornar não apenas alguém com uma habilidade a mais, mas um ser humano de espírito fortalecido e com brilho especial.

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Lembre-se sempre: quem quer fazer encontra um jeito, quem não quer encontra uma desculpa.

É médico psiquiatra, com especialização em Administração de Empresas (MBA USP), é consultor organizacional, palestrante e autor de 12 títulos, entre eles o lançamento “Tudo ou Nada”, “Heróis de Verdade”, “Amar pode dar certo”, “O sucesso é ser feliz” e “A carícia essencial”. Mais informações: www.shinyashiki.com.br