Há diferença entre estar vivo(a) e viver?

E-mail enviado por um leitora:


“Como dar um sentido ao meu dia a dia? Todos meus dias são sempre iguais, acho meu trabalho hoje meio entediante, faço há vinte anos a mesma coisa. Será que me cansei de trabalhar como revisora de textos em uma editora? Sinto culpa por conta deste tédio, por não sentir motivação para dar o meu melhor. Não consigo entender por que ficou tão chato.”

Resposta: Estar vivo é uma condição biológica e viver seria o fato de como você encara a sua vida. Você precisa avaliar o que de fato mudou durante este tempo ou se você já se sentia desta maneira. Muitas vezes, há perfis de trabalho que são direcionados para um tipo de profissional e outros não. Isso nos torna singulares, de fato, quando elencamos profissões que envolvam mais um perfil criativo, e outros, que envolvam um perfil mais burocrático, por exemplo.

Continua após publicidade

Ações antitédio  

No seu caso, se há falta de motivação, reveja na sua programação diária de atividades o que poderia ser acrescentado para você se sentir motivado. Por exemplo: durante o dia, o que poderia ser acrescentado como atividades de prazer entre uma atividade e outra de trabalho: tomar um café, ler um artigo interessante, conversar um pouco com seus colegas, entre outros. Esses pequenos intervalos — de 10 minutos por exemplo —  são importantes para “energizar” a pessoa. 

Outra dica, refaça o seu plano de atividades diárias nos finais de semana. Sempre há hobbies que deixamos de fazer por estar numa semana atribulada de trabalho e acabamos não reavaliando isso. 

Se isso não for suficiente, seria importante agendar um psicólogo para se ter mais conhecimento sobre este processo de desmotivação que você está tendo.

Continua após publicidade

Atenção!
Este texto não substitui uma consulta ou acompanhamento de um psicólogo e não se caracteriza como sendo um atendimento.