O que se perde quando se busca ser “normal”?

Ando admirando, cada vez mais, aquelas pessoas que não são “normais”.

A palavra normal vem de norma.

Você mede um grupo de pessoas, tira uma média, e chama isso de normal.

Sabem o que se perde, quando buscamos ser “normais”?

Perde-se a inventividade, a criatividade, a beleza e, o pior de tudo, a liberdade.

Não queiram ser normais.

Queiram ser vocês mesmos.

Queiram ser livres, soltos, movidos por essa força maior que não se dobra a regras e condicionamentos.

Queiram ser inspirados por seus corações, que nada sabem sobre o que é normal.

Sejam anormais, gente.

Sejam felizes.

É Psicóloga Clínica, atua numa abordagem transpessoal. Seu trabalho é direcionado a favorecer o autoconhecimento e a transformação das crenças limitadoras que nos mantêm aprisionados a padrões repetitivos de escolhas. É escritora, publicou 'Gente que mora dentro da gente' e o best-seller 'Palavra de Criança' pela editora Pensamento

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