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Propus separação, mas ele (a) não aceita. O que fazer?

Eduardo Yabusaki 03/05/2018 COMPORTAMENTO
Propus separação, mas ele (a) não aceita. O que fazer?
Fonte: Google Imagens
Separação não significa o fim da vida

Por Eduardo Yabusaki

Por mais que se tente todos os esforços para um entendimento e resolução das dificuldades dentro de um relacionamento, ainda assim, isso pode ser inviável e chegar ao extremo de não se suportar mais a convivência difícil, evidenciando a necessidade da separação.

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Entretanto, por mais que isso se torne claro entre o par, não significa que acontecerá de forma fluída e sensata. Afinal, terminar um relacionamento significa finalizar vínculos afetivos e emocionais que conduziram o relacionamento pelo tempo que ele durou.

Muitas vezes é neste momento que as pessoas se dão conta de que tudo envolvido, desde os mais profundos sentimentos, e até mesmo situações e circunstâncias cotidianas de convivência, deixarão de existir; e, desfazer-se disso tudo, pode não ser uma tarefa tão simples.

Há pessoas que só se dão conta do tanto que a pessoa significa para ela, frente à possibilidade da falta dela, o que por vezes pode ser tarde demais, pois o estrago provocado pode ser tão grande que o resgate ou a recuperação se torna impossível devido à tamanha mágoa ou ressentimento provocado pelos conflitos vividos.

Na dificuldade de aceitação da separação por uma das partes, e na verdadeira impossibilidade de reconciliação, é importante pensar quais podem ser as melhores condições para que ambos possam sair da relação menos machucados, isso  dentro do possível.

Sabemos o quanto o término de um relacionamento gera sentimentos negativos, como mágoa, decepção ou mesmo fracasso e angústia. Portanto, se o fim do relacionamento for inevitável, procure cuidar de alguns aspectos que seguem:

1. Por mais difícil que a separação seja ou possa parecer o fim do mundo e, se todas as tentativas foram feitas e a pessoa com quem conviveu for importante para você, pense que posteriormente possam ser ao menos amigos e ter um bom contato e, talvez, convivência.

2. Saiba que após processar e elaborar a perda desse relacionamento, você poderá vir a conhecer pessoas interessantes, pelas quais possa estabelecer os mesmos sentimentos e viver um novo relacionamento. Acredite sempre no amor.

3. Faça dessa história de angústia e sofrimento um bom aprendizado para que não volte a reproduzir as mesmas falhas num próximo relacionamento. Viver e aprender são sempre um excelente apaziguador interior.

4. Lembre-se que o término não significa nunca mais ver a pessoa ou total impossibilidade de voltar a ficarem juntos novamente, depende exclusivamente de como se termina e o que poderá mostrar de novo ou de diferente para a mesma no futuro. Ressalto esse aspecto no sentido de uma das partes ainda manter uma esperança de um futuro retorno - mas isso sem ter ilusões.     

5. Permita-se errar, se equivocar, se confundir mas, acima de tudo, mudar, melhorar, corrigir, demonstrar seus sentimentos, amar e ser amado.

Lembre-se que a sua felicidade só depende de você, portanto, se esforce para vivê-la!




TAGS :

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Eduardo Yabusaki

Eduardo Yabusaki - Psicólogo e Sexólogo Especializado em Terapia Comportamental Cognitiva, Terapia de Casal e Terapia Sexual. Coordenador do Curso de Sexologia Clínica ministrado em diferentes cidades há mais de 15 anos. Docente convidado do Curso de Fromação em Sexologia Clínica de BH. Responsável pelo www.vidadecasalbh.com.br



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