Brigou com o marido na frente das crianças? E agora?

E-mail enviado por uma leitora:

“A convivência intensa nesse isolamento social, fez aumentar as agressões entre mim e meu marido. Chegamos uma vez até a nos agredir fisicamente, trocamos uns tapinhas, mas ninguém se machucou. As crianças, de 8 e 10 anos, na hora estavam fazendo as tarefas da escola.”

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Resposta: Agressões físicas ou verbais são sempre prejudiciais. Não faz diferença se o tapa é fraco ou forte. Os seus filhos inclusive poderiam até estar em outra sala. Mas não deixaram de presenciar. No momento você e o seu marido poderiam conversar com os seus filhos sobre as brigas e como eles estão se sentindo com as agressões dos pais.

Primeiro passo para lidar com a situação  

Depois que a quarentena passar, você e o seu marido poderiam procurar ajuda para entender como está esse relacionamento e o que poderia ser feito para que as agressões parassem. Não adianta fingir que não aconteceu. O primeiro passo é conversar com os seus filhos para ver o quanto e como eles entendem a situação.

Atenção!

Esta resposta não substitui uma consulta ou acompanhamento de uma psicopedagoga e não se caracteriza como sendo um atendimento.

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Betina Serson é graduada em Pedagogia com pós-graduação em Psicopedagogia e Mestrado em Early Childhood Education nos Estados Unidos. Trabalhou por vários anos em escolas de educação infantil Americanas. De volta ao Brasil trabalha com psicopedagogia clinica, capacitações para profissionais, colunista na área de desenvolvimento infantil e palestrante.