Como lidar com o desafio da rasteira?

E-mail enviado por uma leitora:

“Olá doutora! Parece que vale tudo pela fama não? Estou apavorada com essa brincadeira do desafio da rasteira. O objetivo é dar uma rasteira-surpresa na pessoa que está no meio, enquanto ela salta ao mesmo tempo junto com outras duas pessoas, uma à esquerda e outra à direita. A pessoa sofre uma queda que pode até matar ou lesar a coluna. Fiquei sabendo do caso de uma jovem de 16 anos, de Mossoró (RN), que morreu no ano passado ao participar da brincadeira. Tenho um filho adolescente. Como orientá-lo? Como conduzir isso na escola? Por que esse tipo de coisa viraliza na internet e atrai tanto a garotada? Obrigada”.

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Resposta: Você tem razão, esse desafio não é nada seguro e pode machucar. Vá na escola do seu filho e pergunte o que está sendo feito em relação a esse desafio.

Converse com outras mães para ver o que acham. Também entenda como o seu filho vê esse desafio. Pergunte a ele se o desafio esta ocorrendo na escola, quem está participando, e se não participar o que acontece.

A melhor proteção é conversar com o seu filho e com a escola. Muitas mães estão com a mesma preocupação. Se for necessário, ajude a escola a esclarecer aos alunos o perigo do desafio.

Tome cuidado ao conversar com o seu filho, se você parecer muito preocupada, isso na adolescência pode atiçar o seu filho a participar.

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Atenção!

Esta resposta não substitui uma consulta ou acompanhamento de uma psicopedagoga e não se caracteriza como sendo um atendimento.

Betina Serson é graduada em Pedagogia com pós-graduação em Psicopedagogia e Mestrado em Early Childhood Education nos Estados Unidos. Trabalhou por vários anos em escolas de educação infantil Americanas. De volta ao Brasil trabalha com psicopedagogia clinica, capacitações para profissionais, colunista na área de desenvolvimento infantil e palestrante.