Problemas no coração e atividade física; veja os cuidados

Por Milena Imaizumi

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“Três anos atrás fui diagnosticado com um probleminha: meu coração tem válvula aorta com aspectos bicúspide. Eu pratico exercícios e no começo senti dificuldades. Agora não sinto tanto, mas ainda tenho algumas limitações. Recentemente, fazendo minhas caminhadas e corridas, comecei a ficar mole e um pouco tonto, mas não me senti fraco. Isso tem alguma coisa a ver? Irei marcar um ecocardiograma é um teste ergométrico para ver como está o meu coração.”
 
Resposta: A válvula aórtica possui três cúspides, sendo duas advindas das coronárias (artérias do coração propriamente dito – miocárdio) e uma não coronariana.

Com o surgimento de exames clínicos e avaliações especializadas, se detecta com mais prevalência e incidência as valvulopatias e má formações congênitas, como é o seu caso.

Existem vários graus de regurgitação ou insuficiência valvar. Tudo vai depender do seu grau de insuficiência. Consulte seu cardiologista para liberação de qualquer exercício físico.

Cansaço, tontura, ânsia de vômito, formigamentos em membros e fraqueza muscular podem ser sim sintomas de sua má formação cardiológica, mas somente seu médico irá confirmar.

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Repetindo, o que deve ser realizado é a avaliação periódica do seu cardiologista, com autorização clínica que você está apto a realizar atividades físicas.

Feito isso, procure um profissional de educação física credenciado pelo CREF (Conselho Regional de Educação Física) e faça exercícios físicos regulares para manter o bom funcionamento e saúde do seu coração.

Atenção!

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Este texto não substitui uma consulta ou acompanhamento de um profissional de educação física e não se caracteriza como sendo um atendimento.

Educadora física, pós-graduada em Fisiologia do Exercício e fisioterapeuta, pós-graduada em Fisioterapia Desportiva. Desde de 1997, atua como personal trainer há 15 anos na área de ginástica postural e RPG. Desde 2007, na área de uroginecologia trabalha com orientação e conscientização da saúde do homem, da mulher e de atletas quanto a musculatura pélvica e afecções. Supervisiona o curso de Fisioterapia em Obstetrícia e Uroginecolocogia da UNIFESP.