Sentimento de paixão é produzido pelo cérebro

por Marta Relvas

“A paixão é produzida em uma área do cérebro denominada sistema límbico de recompensa

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Quem nunca sentiu paixão por alguém, pelo trabalho, ou por alguma atividade que esteja realizando? Dizem que para se fazer algo e para fazer bem, há necessidade de se colocar umas “pitadas” de emoção e paixão.

A paixão ganha uma expressão simbólica representada pelo coração e é ledo engano pensar que é esse órgão que se apaixona. Na verdade, é o cérebro que promove essa reação emocional. A paixão é quase vista como um processo irracional, pois dizem que a paixão cega… Será?

Quem se apaixona sabe muito bem que tal sentimento provoca “brilho” no olhar. Basta observar um casal de namorados ou uma pessoa que tenha conseguido conquistar um grande sonho que é possível se perceber a plenitude da felicidade.

Essa satisfação é produzida em uma área do cérebro denominada sistema límbico de recompensa. Essa estrutura fica bem “escondidinha” no interior do encéfalo, protegida pelas regiões subcorticais dos núcleos accubens, onde as células neurais especializadas (neurônios) produzem substâncias neuroquímicas – os neurotransmissores do tipo neurotrofinas.

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Ainda bem que nosso cérebro produz neurotrofinas para nos apaixonarmos! Pena que tem curta duração: em média dois anos. São elas que, ao serem liberadas do sistema límbico, nos promovem o êxtase nos calorosos encontros quando vemos alguém que gostamos, abraçamos os nossos amados(as) e quando realizamos atividades que nos provocam prazer.

Porém, como ela tem vida curta, deveríamos dar uma ajuda diária aos nossos cérebros para sempre nos apaixonarmos por algo que nos promova automotivação.

Seis dicas para ajudar o cérebro a liberar o neurotransmissor da paixão:

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1ª) Leitura de um bom livro.

2ª) Estar com pessoas que promovam um “alto astral”.

3ª) Busque a automotivação, algo desafiador e prazeroso no seu trabalho; busque a recompensa para se construir propósitos e significados maiores nesse universo.

4ª) Permita-se apaixonar pelo seu companheiro ou companheira todos os dias: perceba o que tem de melhor nessa relação.

5ª) Escreva cartas de amor e envie para a pessoa amada.

6ª) Surpreenda o outro com palavras e atitudes carinhosas.

 

Bióloga; Doutora e Mestre em Psicanálise; Neuroanatomista; Neurofisiologista; Psicopedagoga e Especialista em Bioética; Tem certificação no programa internacional em Reggio Emília Study Abroad Program na Itália; Title of People Expression Special category Best Practices in Education Neurosciences and childhood and adolescence learning of Erasmus+ University – Europe – Portugal; Membro Efetiva da Sociedade Brasileira de Neurociência e Comportamento; Membro da Associação Brasileira de Psicopedagogia Rio de Janeiro; Autora de livros e DVDs sobre Neurociência e Educação – Transtornos da Aprendizagem publicados pela Editora WAK e Editora Qualconsoante de Portugal; Atua ainda como Professora Universitária na Universidade AVM Educacional / Cândido Mendes, nos cursos de pós graduação em Psicopedagogia, Psicomotricidade, Neurociência Pedagógica, e na formação Docente; Professora na Universidade Estácio de Sá no Rio de Janeiro nos cursos das áreas: saúde, licenciatura; Professora Mentora do curso de Neurociência e Educação CBI OF Miami. Professora, pesquisadora convidada no curso de pós graduação de Neurociência do IPUB/ UFRJ. Coordenadora do Programa de Pós graduação de Neurociência Pedagógica na Universidade Candido Mendes/ AVM Educacional. Palestrante no Brasil e no exterior.

Sentimento de paixão é produzido pelo cérebro

por Marta Relvas

Quem nunca sentiu paixão por alguém, pelo trabalho, ou por alguma atividade que esteja realizando? Dizem que para se fazer algo e para fazer bem há necessidade de se colocar umas "pitadas" de emoção e paixão.

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A paixão ganha uma expressão simbólica representada pelo coração e é ledo engano pensar que é esse órgão que se apaixona. Na verdade, é o cérebro que promove essa reação emocional. A paixão é quase vista como um processo irracional, pois dizem que a paixão cega… Será?

Quem se apaixona sabe muito bem que tal sentimento provoca "brilho" no olhar. Basta observar um casal de namorados ou uma pessoa que tenha conseguido conquistar um grande sonho que é possível se perceber a plenitude da felicidade.

Essa satisfação é produzida em uma área do cérebro denominada sistema límbico de recompensa. Essa estrutura fica bem "escondidinha" no interior do encéfalo, protegida pelas regiões subcorticais dos núcleos accubens, onde as células neurais especializadas (neurônios) produzem substâncias neuroquímicas – os neurotransmissores do tipo neurotrofinas.

Ainda bem que nosso cérebro produz neurotrofinas para nos apaixonarmos! Pena que tem curta duração: em média dois anos. São elas que, ao serem liberadas do sistema límbico, nos promovem o êxtase nos calorosos encontros quando vemos alguém que gostamos, abraçamos os nossos amados(as) e quando realizamos atividades que nos provocam prazer.

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Porém, como ela tem vida curta, deveríamos dar uma ajuda diária aos nossos cérebros para sempre nos apaixonarmos por algo que nos promova automotivação.

Seis dicas para liberar o neurotransmissor da paixão:

1ª) Leitura de um bom livro.

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2ª) Estar com pessoas que promovam um "alto astral".

3ª) Busque a automotivação, algo desafiador e prazeroso no seu trabalho; busque a recompensa para se construir propósitos e significados maiores nesse universo.

4ª) Permita-se apaixonar pelo seu companheiro ou companheira todos os dias: perceba o que tem de melhor nessa relação.

5ª) Escreva cartas de amor e envie para a pessoa amada.

6ª) Surpreenda o outro com palavras e atitudes carinhosas.