É Psicóloga Clínica, atua numa abordagem transpessoal. Seu trabalho é direcionado a favorecer o autoconhecimento e a transformação das crenças limitadoras que nos mantêm aprisionados a padrões repetitivos de escolhas. É escritora, publicou 'Gente que mora dentro da gente' e o best-seller 'Palavra de Criança' pela editora Pensamento
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Para atingir o equilíbrio emocional, é preciso que você confie na luz que você é, e sua mente se tornará plácida e tranquila, mesmo em meio a vulcões e terremotos. É uma cegueira, um engano, não se nutrir de um extremo poder que só está em um lugar: dentro de você!
Fazer lista de metas pode até ser interessante e útil. Quando colocamos as coisas no papel, lhes conferimos corpo, é como se as tornássemos mais reais, e portanto mais poderosas.
Há batalhas que não podem ser evitadas, e nessas batalhas devemos entrar inteiros, movidos por nossa intenção lícita de preservar a integridade, a verdade, a transparência e o respeito
A intuição é um ESTADO de ENERGIA, uma SENSAÇÃO que sorrateira_mente vem do "nada", que na maioria das vezes não tem como ser traduzida em palavras; por isso muitas vezes fica difícil de captar essa notificação não verbal "vinda do além", mas às vezes temos a "intuição gigante", aquela manifestada em pensamento mesmo. Se esse "ESTADO" e SENSAÇÃO, frente alguma decisão, te trouxer DESCONFORTO, é um sinal de que não se deve seguir em frente... Mas se isso te banhar em bálsamo... vá fundo no fundo, que você não vai se afundar... mas... voar... Assim, a intuição se amolda em conforto.
Sofrimentos ilusórios não são causados pela vida, mas por nós. Assim, "É perigoso inventar o que não existe." Saiba as causas desse tipo de sofrimento.
O primeiro passo é fazer um movimento dentro de você. Na prática, se amar é ser gentil e generoso consigo mesmo, olhando para o outro lado. Mas... que lado é esse? Ele passa por compreender quem você verdadeiramente é; entenda
Pode ser que você não se sinta merecedor(a) do paraíso. Isso em geral é uma crença vinda da infância. Afinal, não se sentir amado(a) leva a um sentimento de culpa: se não fui ‘aprovado’(a), é porque falta algo em mim. Se falta algo, logo, não mereço ser feliz.