Doutora em Ciências pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, especialista em Neurociências e Comportamento pela PUCRS. Psicóloga, terapeuta sexual e de casais, coordenadora no atendimento psicológico de pacientes com disfunções sexuais no Ambulatório da Unidade de Medicina Sexual da Disciplina de Urologia da Faculdade de Medicina da Fundação do ABC e coordenadora da Pós Lato Sensu em Sexologia: Novos Paradigmas em Saúde Sexual, na Faculdade de Medicina do ABC. Psicóloga, Idealizadora e Colunista no perfil “Conte com as 3” nas redes socias, que aborda temas como comportamento, sexualidade e carreira.
Vya Estelar Responde
O Vya Estelar quer colocar você, querido leitor(a), ainda mais pertinho de nós.
A psicóloga Margareth dos Reis responderá perguntas enviadas por você sobre sexo: como ter uma vida sexual mais satisfatória, orientações para quem inicia a vida sexual e dicas para se vivenciar ou não uma fantasia.
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Faz sentido pensar que a relação sexual pode ser uma das experiências de maior intimidade entre dois seres humanos por envolver uma entrega física e emocional tão intensa? Para algumas pessoas, essa troca pode gerar vínculos muito profundos. Isso pode representar algum risco emocional?
As redes sociais, principalmente o Instagram, e apps de relacionamentos, estão mudando a forma de paquerar, de buscar sexo e por que não pensar também em traição, mais precisamente em 'microtraição'
Sexo sem compromisso requer algum cuidado emocional? Ou isso varia de pessoa para pessoa? A prática do sexo casual, cada vez mais comum, pode ser emocionalmente saudável? Como evitar a sensação de vazio ou rejeição?
Como devemos compreender a experiência de fazer sexo com uma mulher trans? As categorias ‘hetero’ e ‘homo’, baseadas na distinção entre pessoas 'cis', ainda são suficientes?
O aumento de relacionamentos com chatbots - programas de computador que usam inteligência artificial para simular conversas humanas - está levantando questões sobre apego, solidão, ciúme por parte do parceiro real – teria sentido isso? Isso seria escapismo ou poderia complementar as relações afetivas?
É interessante como a sociedade hipermoderna adora dar nome a todo tipo de comportamento. Agora a mídia fala sobre a masturbação meditativa. Trata-se da prática da masturbação guiada por áudios eróticos produzidos por mulheres para mulheres.