Doutora em Ciências pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, especialista em Neurociências e Comportamento pela PUCRS. Psicóloga, terapeuta sexual e de casais, coordenadora no atendimento psicológico de pacientes com disfunções sexuais no Ambulatório da Unidade de Medicina Sexual da Disciplina de Urologia da Faculdade de Medicina da Fundação do ABC e coordenadora da Pós Lato Sensu em Sexologia: Novos Paradigmas em Saúde Sexual, na Faculdade de Medicina do ABC. Psicóloga, Idealizadora e Colunista no perfil “Conte com as 3” nas redes socias, que aborda temas como comportamento, sexualidade e carreira.
Vya Estelar Responde
O Vya Estelar quer colocar você, querido leitor(a), ainda mais pertinho de nós.
A psicóloga Margareth dos Reis responderá perguntas enviadas por você sobre sexo: como ter uma vida sexual mais satisfatória, orientações para quem inicia a vida sexual e dicas para se vivenciar ou não uma fantasia.
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As ofertas virtuais, por meio de aplicativos e redes sociais, facilitaram o caminho para as paqueras, para o compartilhamento de fotos e vídeos de nudez, mensagens apimentadas e transas à distância. E os benefícios e prejuízos disso dependem exclusivamente do uso que se faz; entenda
Caminho para um bom desempenho sexual: independentemente do número de parceiros que você venha a ter em sua vidal, aposte em criar uma conexão emocional com o outro; saiba como
“A pergunta aqui é se você já sentiu desejo e atração sexual pelo sexo oposto. Descrever o afeto experimentado pelo sexo oposto na juventude não indica necessariamente a sua atração sexual pelo sexo oposto.”
Gostaria de me entregar, de me soltar mais durante a transa, viajar mais e me sentir mais plena. Acho que se eu conseguir fluir mais, o prazer pode aumentar…
O casamento sem sexo é comum, principalmente para a geração Y ou millennials, que são os nascidos após o início de 1980 até o final dos anos 2000; entenda por quê
A demissexualidade se caracteriza pela atração sexual somente quando há uma conexão emocional, afetiva ou intelectual com a outra pessoa. A expressão sexualidade fluida tem sido utilizada para mostrar que, uma vez fluida, ela pode mudar em um momento ou outro da vida.
Quando um sente mais vontade de transar do que o outro, vale investir no diálogo e entender que o nível de desejo sexual pode variar de uma pessoa para outra, e que isso não representa necessariamente uma medida do prazer compartilhado na vida a dois